quinta-feira, 26 de junho de 2008

* E SE EU QUERER? *


Queridismo



O principal motivo pra entender é querer...


querer aceitar a inspiração

voltar atrás

e se inspirar na criação

eu quero ser tocado pelo dom

não um simples dom...

mais o dom que inspira uma música

aquele que te enche de lágrimas

e me tira o sal dos olhos


Grande são os átomos

me deixam tão solto,

que em um curto espaço de tempo

ocupam o mesmo lugar em mim...

exalam kilates de bem-me-quer

Crio mil refrões de Buarque

pois tenho a herança dessa inspiração

é, realmente, EU VOU TENTAR



Quero pra mim poder te ouvir em meus lábios

Quero pra mim a "fina-flor de Fiorin"

Quero pra mim essa preocupação

Quero a brisa do mar junto a mim...


Quero sempre mais



A brisa do mar...



É o que eu quero pra mim...



"A fina-flor de Fiorin"




domingo, 10 de fevereiro de 2008

* RAZÃO *


De todos os sonhos que sonhei
De todas as almas que levei
De todas as portas que abri


Só teus olhos descobri...


Em todos mares que abri
Em todos olhares que levei
Em todos dias que vivi


Só teus olhos eu vi...


De todas as razões inexistentes
És a principal para qualquer ser acreditar
Acreditar... que elas simplesmente existem
E que o coração muitas vezes sente este motivo...

Saber
A medida da razão
Os anseios
de uma paixão





um carinho...




um olhar...




um beijo, um suspiro...



o momento que precede o silêncio...















e se vai...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

*** MENINA DA LUA ***


Leve na lembrança

A singela melodia que eu fiz

Pra ti, ó bem amada

Princesa, olhos d'água

Menina da lua

Quero te ver clara

Clareando a noite intensa deste amor

O céu é teu sorriso

No branco do teu rosto

A irradiar ternura

Quero que desprendas

De qualquer temor que sintas

Tens o teu escudo

O teu tear

Tens na mão, querida

A semente

De uma flor que inspira um beijo ardente

Um convite para amar...


domingo, 16 de setembro de 2007

* MaL mE QuEr *

ANTES DE PARTIR
Antes de partir toquei teu corpo como jamais tocara de uma outra mulher
Meu coração que ousou despedaçar, pasmou diante ao teu corpo despido rosa- chá
Meus olhos ja brilhavam mais que um simples raio de sol
A ânsia de te ver, ultrapassou os limites endorfinos do meu corpo
O que transcende o sentimento é o ápice daquele momento, o orgasmo das moléculas, ser você...
No meu coração ressoam tambores de tom acelerado, seguramente ultrapassam as barreiras do som
E o mundo para totalmente pra te ouvir suspirar
Enfim, me quebras o vidro dos olhos
despede-se de mim
um beijo
Se vai ao relento e assim sumindo e desfocando o tom
Sem me fitar
Não bailarás jamais...

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

* MúSiCa aO lOnGe *



SOLAMAR



Nostalgica canção

Desespero

azul-anil, rosa-salmão

seresteiro...



Seresteiro, bom-penseiro

antítese a estupor

insolúvel

jungir a dor...



Jungir a dor

caminhar e encontrar

curvas e sílabas

de encontro ao mar...



De encontro ao mar

decompositor

lírico poeta

da simbiose do amor...



Da simbiose do amor

brotou o sentimento

loucura, paixão

não desalento...



Não desalento

a ter em meu batimento

apreço, desfecho

plêiade no relento...



Plêiade "do" relento

desce teu anzol

leve esta nostalgica canção

até minha estrela, a deusa do Sol...




Tiago Tiaraju Foerster.

terça-feira, 24 de julho de 2007

* Canções & Canções *


L'amour, hum hum, pas pour moi,Tous ces "toujours",C'est pas net, ça joue des tours,Ca s'approche sans se montrer,Comme un traître de velours,Ca me blesse, ou me lasse, selon les joursL'amour, hum hum, ça ne vaut rien,Ça m'inquiète de tout,Et ça se déguise en doux,Quand ça gronde, quand ça me mord,Alors oui, c'est pire que tout,Car j'en veux, hum hum, plus encore,Pourquoi faire ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?A quoi bon se laisser reprendreLe coeur en chamade,Ne rien y comprendre,C'est une embuscade,L'amour ça ne va pas,C'est pas du Saint Laurent,Ca ne tombe pas parfaitement,Si je ne trouve pas mon style ce n'est pas faute d'essayer,Et l'amour j'laisse tomber !A quoi bon ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?Pourquoi faire se laisser reprendre,Le coeur en chamade,Ne rien y comprendre,C'est une embuscade,L'amour, hum hum, j'en veux pasJ'préfère de temps de tempsJe préfère le goût du ventLe goût étrange et doux de la peau de mes amants,Mais l'amour, hum hum, pas vraiment !

quarta-feira, 18 de julho de 2007

* CALMARIA DE REMANSO *


Das coisas que eu fiz a metro


todos saberão


quantos quilômetros são


aquelas em centímetros


sentimentos mínimos


ímpetos infinitos


não?

(P. Leminski)


* nA foto: CHarles Darwin (vida de apreços)